Como em anos anteriores, ainda que um pouco atrasado, listo minha seleção de melhores e piores filmes que assisti pela primeira vez em 2013, independente do ano de lançamento. Entre os melhores, além dos óbvios Django Livre e Argo, incluo o sensível Indomável Sonhadora e o contundente Amor.
Entre os piores, impossível não listar as malfadadas continuações Duro de Matar 5, Atividade Paranormal 4, GI Joe – Retaliação e O Último Exorcismo – parte 2.
Também listo aqui os dez filmes que mais me decepcionaram, não necessariamente por serem ruins, mas por serem aquém do que esperava, considerando o tema, elenco etc. Aqui entraram principalmente temporadas de séries que gosto (ou gostava) como a terceira e preguiçosa temporada de Homeland e a esticada temporada de The Walking Dead.
E também trago dez destaques, que é sempre a minha seleção mais difícil. Também não são necessariamente filmes excepcionais, mas que valem a pena conferir. O brasileiro Faroeste Caboclo está nesta lista, assim como O Voo, com uma espetacular atuação de Denzel Washington. A crueza de Os Amores da Casa de Tolerância ganhou minha simpatia pela forma que a história foi abordada.
O último filme a entrar nesta lista foi o remake Sob o Domínio do Medo. Sim, eu sei, muita gente não gostou. Talvez até por isso, esperava que fosse odiosamente ruim, mas até achei interessante. Não para o cinema, mas para a TV e guardando as devidas proporções entre o diretor deste e do original. E claro que não dá pra comparar a atuação canastrona de James Marsden com a de Dustin Hoffman em 1971.
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domingo, janeiro 05, 2014
Melhores e Piores de 2013
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domingo, fevereiro 24, 2013
Django Livre

Nunca foi segredo de ninguém o fascínio que Tarantino tem pelos westerns spaghettis e pelo diretor Sergio Leone. É uma marca do cineasta homenagear o gênero em seus filmes, até que veio Django Livre: um típico western spaghetti a moda Tarantino, com a exceção de que boa parte do filme não se passa no oeste americano.
Antes de mais nada, é preciso dizer que o filme é ótimo – ainda que seja ligeiramente inferior a Bastardos Inglórios e Pulp Fiction - principalmente pelo roteiro ousado, as cenas violentas, o humor escrachado e os longos diálogos, apimentados de cultura pop, que em alguns casos são altamente improváveis. Até mesmo as referências aos antigos filmes do gênero como os zooms toscos e a abrupta interrupção da trilha sonora funcionam bem. Aliás, as músicas do filme são um dos grandes achados.
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