Confira na íntegra o criativo Paperman, curta exibido antes de "Detona, Ralph" e que ganhou o Oscar de melhor curta de animação este ano. Sem diálogos e em preto e branco, mas encantador.
quinta-feira, maio 16, 2013
quarta-feira, maio 15, 2013
As chanchadas brasileiras
Tyrannus Melancholicus - Mostra de Chanchadas Brasileiras. É o que começa hoje (15/05), no Sesc Arsenal, e se estende até o domingo (19/05). São nove títulos representativos dessa fase do cinema brasileiro, onde predominava o humor ingênuo de grande apelo popular, sendo que boa parte dos filmes parodiava o cinema americano que bombava naqueles tempos.
As chanchadas se destacaram no cinema nacional, pelo menos, durante trinta anos, de 1930 a 1960. A abertura da Mostra vai contar com a presença de Afrânio Mendes Catani, professor/doutor da USP, e pesquisador do cinema brasileiro. Ele faz palestra a partir das 19h30, gratuita, assim como todas as sessões.
Um desfile de ótimos artistas do cinema brasileiro, como Mazzaropi, Grande Otelo, Zé Trindade, Oscarito, Dercy Gonçalves, Zezé Macedo etc. Entre os diretores estão nomes como Carlos Manga, Aloísio Carvalho e Milton Amaral. Não por acaso, a mostra será fechada com o documentário "Assim era a Atlântida", de 1974, produtora carioca que foi soberana no cinema tupiniquim por muitos anos.
domingo, maio 12, 2013
MPB - A História que o Brasil não conhece
O que aconteceu com a Música Popular Brasileira? Porque de repente outros ritmos tomaram conta? Teria sido um projeto dos Estados Unidos para acabar com nossa música? Sullivan e Massadas seriam agentes inflitrados? E Humberto Gessinger e Cumpai Washington teriam esse mesmo compromisso de estragar as músicas no Brasil?
Conheça toda a história no documentário MPB - A História que o Brasil não conhece na íntegra, baseado no livro de Neil Jackman.
Tudo bem, trata-se de um Mockynebtary - um falso documentário - que não deixa de ser cômico, apesar do quanto anda a música produzida por aqui.
Conheça toda a história no documentário MPB - A História que o Brasil não conhece na íntegra, baseado no livro de Neil Jackman.
Tudo bem, trata-se de um Mockynebtary - um falso documentário - que não deixa de ser cômico, apesar do quanto anda a música produzida por aqui.
As Palavras
Terminei há pouco de ler “As Palavras”, autobiografia de Jean-Paul Sartre, um dos maiores pensadores do século passado e principal expressão do existencialismo ateu. Nesta obra, de 1964, o filósofo francês, ensaísta e romancista, que também passou pelo teatro e tem participação (não creditada) no roteiro do filme “Freud – Além da Alma”, de 1962 – que assisti antes de ter acesso a sua obra -, narra sua infância e sua descoberta pelo gosto pela leitura e pela escrita.
Ele afirma que aprendeu a ler sozinho a partir de um livro que já sabia de cor. Seu gosto pela escrita foi crescendo na infância criando histórias pueris que nunca terminavam. E muito por conta da sua família, protestante e católica, que apoiavam, mas sem muita ênfase, no seu dom pela escrita, esta vocação se concretizou em sua vida, atém mesmo porque recusava essa ideia de “dom”, como aparece num trecho em irônico diálogo com Deus.
quinta-feira, abril 18, 2013
Amor

O amor entre pessoas idosas não é um tema recorrente no cinema e quem assistir de forma desprevenida pode estranhar o filme do austríaco Michael Haneke, conhecido por sua forma “seca” de tratar temas como a violência, o preconceito, a solidão e a família. Em Amor, um casal de idosos da elite cultural da França tem sua rotina alterada após o derrame da mulher Anne (numa forte interpretação de Emmanuelle Riva, um ícone do cinema francês, assim como o ator Jean-Louis Trintignant, que faz seu marido no filme).
O final da história nós já sabemos logo na primeira cena, quando policiais invadem o apartamento do casal e só encontram uma mulher deitada na cama: Anne está morta. A forma com que Haneke conduz a história, de certa forma doce, ainda que completamente crua e com pouco espaço para outros adjetivos melosos, aliada a forte interpretação do casal dão a tônica necessária a um tabu da nossa sociedade.
segunda-feira, abril 15, 2013
Marco do faroeste “Rastros de ódio” no Sesc Arsenal
MIDIANEWS - Ethan Edwards (John Wayne) retorna ao Velho Oeste em busca de vingança contra aqueles que exterminaram sua família, ao mesmo tempo em que tenta resgatar a sobrinha, no clássico do faroeste “Rastros de Ódio” (The searchers, 1956, 119 minutos), um dos mais aclamados filmes de John Ford, atração desta terça-feira, 16 de abril, às 19:00, no Cine Sesc Arsenal. Entrada gratuita. Classificação indicativa: 16 anos.
O filme integra a programação do sétimo ano de exibições do “Imagens em Pauta”, projeto realizado pelo Sesc Mato Grosso em parceria com a Pró-reitoria de Cultura, Extensão & Vivência, Cineclube Coxiponés e Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Mato Grosso. Cada sessão é iniciada com informações sobre o filme programado. Após exibição, os participantes conversam sobre o filme e depois são convidados a tomar um gostoso cappuccino oferecido pelo Sesc Mato Grosso.
quinta-feira, abril 04, 2013
Trailer Meu Pé de Laranja Lima
Meu Pé de Laranja Lima é a adaptação de um dos livros mais vendidos no Brasil, com direção de Marcos Bernstein e estrelado por João Guilherme Ávila e José de Abreu, com participação especial de Caco Ciocler.
Zezé (João Guilherme de Ávila) tem quase oito anos e vive com sua família pobre no interior. Ele é sensível, ele é precoce, ele é um contador de histórias: ele é um problema! Seu esporte favorito é transformar sua casa e a vizinhança em cenário para suas traquinagens. E elas não são poucas. Seu refúgio preferido é um pé de laranja-lima. É com ele que desabafa as coisas ruins que lhe acontecem, divide sua solidão ou comemora uma boa novidade, como a amizade com Manoel Valadares (José de Abreu), o "portuga". Amizade que fará com que Zezé dê a Manoel um mundo de fantasias e criatividade que ele nunca imaginou possível.
Meu Pé de Laranja Lima é uma história de amor e amizade tão tocante quanto o mais improvável dos encontros.
Veja o trailer abaixo:
terça-feira, março 19, 2013
Indomável Sonhadora
Uma das grandes surpresas do Oscar 2013, Indomável Sonhadora (Beasts of the Southern Wild) é uma adaptação para o cinema de uma peça de Lucy Alibar. O diretor estreante Benh Zeitlin foi muito criativo em fazer um filme cru e forte, mas ao mesmo tempo com alguma leveza e com um baixíssimo orçamento para os padrões americanos: 1,8 milhão de dólares.
Apesar do título suave no Brasil, a história é trágica: A pequena Hushpuppy (Quvenzhané Wallis, a mais jovem indicada a melhor atriz no Oscar), de apenas seis anos vive com seu pai doente em uma comunidade alagável de Louisiana, no sul dos Estados Unidos, apelidada de "banheira". Fortes tempestades ameaçam a permanência dos dois e dos demais moradores no local.
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